Melhor Peixe – Aquarismo, dúvidas, variedades, peixes, tratamentos, algas, Faça você mesmo, filtros, como montar, videos
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Pergunte ao Melhor Peixe

by Seiti on set.17, 2009, under Tutoriais

No MELHOR PEIXE todas as perguntas feitas sobre aquário serão respondidas o mais breve possível e em menos de 24hs faça sua pergunta abaixo!

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Tudo sobre Killifish

by Seiti on fev.03, 2010, under Peixes de Aquário

Tipos de Killifish


Nome Popular: Killifish
Tamanho:
6cm
Temperatura da água:
23 – 26º C
PH
: 6.5

Características:
São considerados os peixes mais coloridos e bonitos de água doce, são encontrados normalmente em poças temporáriasassim sendo não nessecitam de água em movimento assim como o betta. Na natureza são frequentementes encontrados nos mesmos locais.

Alimentação:
Rações específicas , enquitréias, larvas do besouro do amendoim, artêmias e outros alimentos vivos .

Reprodução:

Aphyosemion (reprodução não-anual)

Este é um dos gêneros mais populares entre os hobbistas e contém um grande número de espécies. Dessas espécies da África Ocidental, muitas são belas e relativamente fáceis de manter e reproduzir. A maioria desova em bruxinhas.
Um dos mais comumente vistos e apropriado para iniciantes é o Aphyosemion australe, um dos poucos killifishes que tem um nome popular: Cauda de Lira. Esta espécie desova em bruxinhas e tem três variedades de cor. A Chocolate é a forma natural, enquanto a Ouro (Gold) e a Laranja (Orange) foram desenvolvidas em aquário.
Outras espécies, nesse gênero, boas para iniciantes são A. calliurum, A. polli, A. striatum. Aphyosemions com o mesmo nome de espécie podem ser identificados como provindo de locais ou populações específicas. Diferentes populações podem ou não ser geneticamente idênticas

Fundulopanchax (reprodução não-anual e semi-anual)

Este gênero contém diversas espécies coloridas que são adequadas para iniciantes. Isso inclui o popular Fp. gardneri, Fp. filamentosus, o peixe símbolo da AKA, Fp. sjoestedti. Muitas das linhagens de Fp. gardneri são relativamente fáceis de manter e reproduzir tal como Fp. filamentosus. Fp. Sjoestedti é um pouco mais desafiante, embora seja difícil resistir ao seu charme. Todas essas espécies possuem várias linhagem. Alguns dos Fp. gardneri desovam em bruxinhas, enquanto Fp gardneri nigerianus e Fp. gardneri garderni são alternantes (superfície/fundo). As duas outras espécies mencionadas desovam no fundo.
Epiplatys (reprodução não-anual)

Espécies deste gênero são peixes de superfície, alimentando-se de insetos que caem na água. Preferem deitar seus ovos em bruxinhas ou plantas flutuantes. São resistentes, muitos de bom tamanho, e muitos são facilmente reproduzidos e mantidos em aquários. Bons exemplos e boas escolhas para iniciantes são E. sexfasciatus e E. fasciolatus. O gênero também contém algumas espécies desafiadoras. Por exemplo, o pequeno E. annulatus, embora excepcionalmente lindo, não é para iniciantes.
Embora os peixes do gênero Aplocheilus venham da região Indio Malásia e os Epiplatys da África Oriental, ambos são bastante parecidos em seu comportamento no aquário e podem ser considerados iguais, para tal efeito.

Nothobranchius (reprodução anual)

Estes anuais da África Oriental estão entre os mais lindos peixes tropicais de água doce. N. rachovii é freqüentemente citado como a espécie mais bonita de peixe de água doce do mundo, e merece isso. As cores são brilhantes na maioria das espécies nesse gênero. Dentre essas espécies , N. guentheri and N. korthausae são excelentes peixes para iniciantes. Se você decidir tentar estes peixes, deve observar sua sensibilidade a doenças provocadas por protozoários (veludo), e eles devem ser mantidos em água com meia a uma colher de sopa de sal para cada 10 litros d’água. Por outro lado, eles se adaptam a uma variedade de condições de água, incluindo água dura, alcalina. Reproduzi-los demanda alguma paciência pois os ovos requerem um prolongado período de seco (diapausa), embora N. korthausae esteja entre os que tem períodos relativamente curtos.

Fonte: GCKBR

Onde comprar: http://www.gckbr.com ( fórum)

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Como podar as plantas ?

by Seiti on fev.01, 2010, under Tutoriais, Videos

Video demonstrativo:

Veja como criar um aquário plantado desde o começo e a partir dos 5:35 como podar:

Descrição:

  • Plantas ditas de caule mole(Cabomba, Egeria, Rotala, Hemianthus, Heteranthera , Glossostigma, Didiplis, Alternanthera, Polygonum, Limnophila, Myriophyllum, Ludwigia, Micranthemum, Hydrocotyle, Bacopa, Hygrophila, Potamogeton, Najas, etc)
    Cortar no ponto desejado, imediatamente acima de um nó foliar (onde o pecíolo foliar ou as folhas se inserem no caule), replantando a parte superior destacada.
    A parte inferior, se mantida no local original, tende a rebrotar, desde que continue a receber luz e seja deixado um pedaço mínimo com folhas.
  • Plantas roseta ( Echinodorus, Cryptocoryne, Aponogeton, Vallisneria, Sagittaria, Eleocharis, Samolus, Crinum, Cyperus etc)
    Deve-se podar apenas as folhas velhas, mais externas na roseta, no pecíolo foliar (a haste que liga a folha ao rizoma / bulbo) bem junto do rizoma / bulbo.
    Folhas cortadas em qualquer ponto de seu comprimento acabam amarelando e morrendo, ficando bastante anti-estético no aquário. E folhas podadas mesmo junto da base da planta não rebrotam.
    A multiplicação dessas plantas se dá apenas por estolões (Sagittaria, Vallisneria, Cryptocoryne, algumas Eleocharis e em Echinodorus pequenas), mudas nascidas no rizoma (Echinodorus, Aponogeton), direto da haste floral (Echinodorus), cespitosamente (mudas lado a lado, sobre um curtíssimo rizoma; Eleocharis, Cryptocoryne, Cyperus) ou semente, dependendo da espécie (muitas apresentam mais de uma dessas formas reprodutivas).
    É possível dividir o rizoma de algumas dessas espécies (Cryptocoryne principalmente), mas sempre com alto risco de perder a muda destacada e também a planta-mãe (OBS: raízes mais grossas de Cryptocoryne, se podadas e deixadas na água podem gerar novas plantas).
  • Plantas ninfeáceas (Nymphaea, Nymphoides etc)
    Tem que ser podadas antes que alcancem a superfície, senão a planta passa a produzir apenas essa forma de folha flutuante, perdendo as submersas.
    Podas estéticas iguais às das plantas de roseta: folhas velhas e mais externas, no pecíolo junto do rizoma / bulbo.
    Folhas de Nymphaea, depois de podadas, não rebrotam, mas as de Nymphoides sim, basta deixar flutuando em local iluminado.
    A reprodução se dá em algumas espécies de Nymphoides pela formação de mudas na base da folha (no local ou pouco antes de onde o pecíolo foliar “entra” na folha), por estolão (algumas Nymphaea), ou por semente (a maioria das Nymphaea).
    Semente em Nymphaea só são formadas quando ela floresce, e isso só acontece quando se permite à planta formar folhas flutuantes.
    Não tente dividir bulbo ou rizoma de Nymphaea que só sai desastre… morre tudo, perde-se a planta.
  • Plantas pteridófitas: Existem as pteridófitas em forma de roseta, como Ceratopteris; essas devem ser podadas como as plantas de roseta, mas suas folhas, se deixadas flutuando em local iluminado e com nutrientes, formam novas mudas em sua extremidade — ídem a pteridófitas como Microsorum (e exceto Isoetes, Bolbitis e Marsilea).
    As que apresentam-se com rizomas (caules horizontais de onde brotam as folhas), como Marsilea, Microsorium e Bolbitis, podem ter seu rizoma dividido para efeito de multiplicação; podas estéticas devem ser feitas como nas plantas de roseta (junto dos pecíolos foliares).
    As Isoetes possuem pequenos “bulbos”, onde se formam esporos, que são a única forma de multiplicação além da multiplicação cespitosa (em forma de moita — mudas novas ao lado da planta, sem formação de estolhos). Folhas podadas não rebrotam (exceto Microsorum e a citada Ceratopteris), nem é possível dividir os bulbos, apenas destacá-los do conjunto formado. Podas estéticas como nas plantas de roseta.
  • Plantas rizomatosas(Anubias, Acorus e Nuphar)
    Poda-se esteticamente apenas as folhas velhas, que não rebrotam. Folhas cortadas em qualquer parte de seu comprimento (incluindo pecíolo foliar) amarelam e morrem.
    A divisão de rizoma pode gerar novas mudas, mas é sempre processo arriscado — costuma-se cortar a muda nova que tenha no mínimo 4 ou 5 folhas bem formadas.
  • Plantas flutuantes geralmente formam mudas laterais, por estolho ou não; a poda, se necessária, sempre como planta de roseta. Folhas cortadas em qualquer parte de seu comprimento amarelam e morrem, exceto Ceratopteris, que gera novas mudas em sua extremidade. Mudas costumam ser formadas por estolhos, basta destacar depois de bem formadas e com raízes.
  • Plantas inferiores (Vesicularia dubyana e musgo de Java); briófitas (p. ex., Riccia, Ricciocarpus) e algas (p. ex., Chara, Nitella): basta dividir onde quiser, sobrando uma única célula é o suficiente para, havendo condições mínimas, gerar uma “nova planta”.
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Mini Filtro Canister

by Seiti on jan.25, 2010, under Faça vocÊ mesmo (DIY), Videos

Boa pessoal achei no youtube um mini canister muito legal simples e fácil de se fazer.
Pelo que vi no video o que vai precisar é :

- Tupperware com travas
- 3 buracos (2 saída da mangueira, 1 cabo de energia)
- Bomba pra circular água
- Silicone para vedação

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Conheça o Oceanário de Lisboa

by Seiti on jan.22, 2010, under Videos

O Oceanário de Lisboa abriga o segundo maior aquário da Europa. Lá você encontra mais de 500 espécies, como pinguins, lontras, peixe-lua, polvo-gigante e peixe-palhaço. Crianças e adultos podem se sentir como se estivessem no fundo do mar e observar os animais bem de perto. Neste vídeo, bióloga explica como funciona o oceanário. Leia mais no Guia de Lisboa. *Os jornalistas Luna Kalil e Marcel Vincenti viajaram a convite da ATL (Associação de Turismo de Lisboa).

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Trocas Parcias de Água (TPA)

by Seiti on jan.22, 2010, under Tutoriais

Dicas e como proceder numa TPA

  1. - Durante o TPA a água deve ficar preparada por 24 horas para depois inserir no aquário?
    Se não utilizar nenhum condicionador de água(aquasafe, prime anti-cloro) precisa esperar esse tempo para que o cloro evapore. Se usar o condicionador espere o tempo indicado na embalagem.
  2. Durante o TPA, devemos corrigir a água preparada com alcalinizante ou acidificante para igualar ao pH do aquário?
    Não só corrigir o pH, mas também a temperatura e dureza. Também é bom tamponar a água.
  3. Durante a TPA devo inserir lentamente a nova água no interior do aquário ou não faz diferença a velocidade que ela entra?
    É preferivel lentamente, para não assustar os peixes.
  4. O que é melhor 2 TPA(s) por mês ou 1 TPA por mês?
    O mínimo ideal é 4 por mês de mais ou menos 30% do volume do aquário cada.
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Peixe Betta (Betta splendens)

by Seiti on jan.21, 2010, under Peixes de Aquário

Nome Popular: Betta
Nome Científico: Betta splendens
Tamanho adulto: 10 cm
Temperatura da água:
24 – 28º C
PH
: 6.8 a 7.5

Características:
É um peixe para iniciante, o macho é extremamente agressivo e territorialista apesar de frágil com outros peixes, possui longas nadadeiras sendo que cada um tem sua forma e sua cor assim como uma borboleta, ja a fêmea é calma e pode conviver com outras fêmeas sem problema algum, ela é mais simples possui nadadeira bem mais curta e com pouca coloração . Ele não necessita de água em movimento, pois tem a particularidade de respirar o ar atmosférico. Normalmente são vendidos em pequenos potes que nem 1 litro às vezes tem, mas o recomendável é no mínimo 10litros.

Alimentação:
Rações específicas , enquitréias, larvas do besouro do amendoim, artêmias e outros alimentos vivos .

Reprodução:
A reprodução do betta pelo que muitos acham, não é difícil e sim uma das mais fantásticas. Ela pode ser conseguida por qualquer aquarista que possua algum conhecimento do assunto. É necessário apenas, que se siga algumas regras básicas para não se ter problemas.

Para começar, se pretendemos produzir uma bela espécie e manter uma boa linhagem, evidentemente os progenitores devem ser de boa linhagem. Escolha um macho forte e vigoroso a seu gosto, que esteja sempre ativo e lúcido. E também uma fêmea de sua escolha, que esteja pronta para a reprodução. Como distinguir uma fêmea preparada ou não para a reprodução? Basta verificar se há um pontinho branco para fora, logo abaixo das barbatanas pélvicas, e que esteja também redondinha e com boa aparência.

É bom que este casal, seja alimentado de preferência com comida viva e variada como tubifex, artêmia ou até mesmo larva de mosquito.
É necessário ainda, que a fêmea seja menor que o macho ou teremos problemas, pois na hora de fecundação o macho ficará impossibilitado de envolve-la em um abraço, se ela for maior. Se este casal se der bem poderá ser usado para novas reproduções.

Há criadores que usam aquários de 8 litros, outros de 45 litros, mas no nosso caso usaremos um aquário de 20 litros, por ser de bom manejo e de menor custo. Utilize uma luminária com uma lâmpada incandescente de 25 watts.
• Se necessário um aquecedor de 10 watts.
• Um maço de cabomba, elódea ou até mesmo samambaias flutuantes.
• Água descansada por uns 2 dias, com altura de 15 cm. O aquário não deve conter cascalho ou nenhum tipo de areia para que os ovos não se percam entre as pedras, caso contrário ficarão no fundo e fungarão.

Se a base do aquário, a estante, for clara ou branca, devemos providenciar uma cartolina ou papel, escuro ou preto, para dar contraste com os ovos brancos e que o macho os possa ver melhor e mais rápido que a fêmea, pois dependendo da fêmea, da sua personalidade, ela poderá comê-los ou pelo contrário ajudar o macho na colocação deles no ninho como acontece às vezes.

Após tudo pronto coloque o aquário de preferência em um lugar tranquilo para que o casal não se assuste. Coloque então o macho e logo após a fêmea em banho maria, dentro de um pote de vidro qualquer transparente, afim de que o macho não a mate, pois de início ele não a reconhecerá como fêmea. Logo ele abrirá suas grandes barbatanas, rodeando o vidro, e em seguida cortejando-a. A partir daí, começa a fazer um ninho, este consiste de minúsculas bolhas de ar revestidas por um muco salivar, que as torna adesivas.
Ao fim do dia, em algum lugar do aquário, na superfície, haverá um ninho de uns 8 cm de diâmetro. Eu aconselho soltar a fêmea no dia seguinte, mas não há problema em soltá-la antes, só é preciso que o ninho tenha um certo tamanho. Caso contrário espere que ele faça o ninho ou senão ao final de três dias, troque o macho, tampe o aquário, e verifique a temperatura, estabilizando em 30 graus. Isto é muito raro acontecer, você precisa conhecer seus machos, há alguns que constroem ninhos enormes, e outros pequenos. Depende da personalidade de cada betta. O certo é usarmos casais jovens, pois são melhores reprodutores.

Feito isso, soltamos a fêmea. Não se assuste, pois de início o macho irá persegui-la constantemente, chegando a machucá-la. Por isso são necessários os tufos de plantas, para que ela se esconda até que esteja apta à desovar.
Ao fim da tarde, a fêmea parecerá bem maltratada, e entre 24 a 49 horas ela aceitará o macho e irá de encontro a ele, abaixo do ninho. Se isso não ocorrer em 48 horas, troque a fêmea.

Ele então a envolverá em um maravilhoso abraço, brilhante aos nossos olhos. Após o abraço o macho ficará atento para os ovos que cairem dela. Nos primeiros abraços nenhum ovo se soltará, somente após o sexto, sétimo abraço ou até mesmo antes. Começarão a se desprender pequeninos ovos de cor branca e rapidamente o macho os pegará com a boca e os colocará no ninho um a um, em cada bolha do mesmo. O número de ovos soltos pela fêmea aumentará a cada abraço até chegar ao número de 20 a 50 por abraço.

Isto se repete durante horas, e após a fecundação, o macho começa a ignorar a fêmea, que passa a ter um apetite especial pelos ovos. Ele começará a mordiscá-la, machucando-a, mantendo ela longe do ninho. Este ficará aos cuidados do macho.
Nessa hora devemos retirar a fêmea, pois seu papel na reprodução termina por aí, antes que o macho a mate.

A eclosão se dá por fim de 24 horas, os alevinos nascem e ficam pendurados no ninho, na posição vertical. O macho, como pai, manterá a prole junta, tomando cuidado para que nenhum alevino caia para o fundo. Os alevinos se alimentarão do saco vitelino que eles carregam durante três dias. Após esses dias devemos retirar o macho que perderá o interesse pela prole, podendo até comê-los.
O melhor alimento para esses alevinos são os nauplios de artêmia salina recém-nascidas. Para alimentá-los devemos colocar um pouco em cada canto do aquário, pois os alevinos de betta são lentos e não correm atrás do seu alimento.
Devemos aumentar a quantidade de acordo com seu crescimento.
O crescimento da ninhada é rápido e irregular, por isso ao fim de um mês devemos separar os maiores, por existir entre eles o canibalismo.

Com três meses de idade, podemos separar os machos em potes de vidro, dando a eles o melhor alimento, trocando sua água a cada três dias. Com isso eles rapidamente atingirão seu explendor tornando-se belíssimos bettas. Nessa hora devemos fazer a seleção dos machos mais bonitos e grandes de sua escolha para reproduções futuras.

No decorrer da reprodução, faça anotações, que serão de muita utilidade no futuro, como: Data da postura, Data da eclosão, número aproximado de ovos, alevinos, quantidade de machos e fêmeas numa ninhada, tempo de crescimento, e etc.
Caso não consiga tente novamente, nunca desista, troque idéias com colegas ou criadores, pois nada é impossível, muito menos a reprodução desse belíssimo peixe ornamental que é o BETTA SPLENDENS.

Fonte: Revista Aquarista Jr. nr. 1

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Paulistinha (Danio rerio)

by Seiti on jan.15, 2010, under Peixes de Aquário

Nome Popular: Paulistinha
Nome Científico: Danio Rerio
Tamanho adulto: 5 cm
Temperatura da água:
22 – 26º C
PH
: 6.0 a 7.0

Características:
São ótimos peixes para iniciantes, vivem em aquários comunitário, são pequenos, pacíficos e muito resistentes. Eles não ficam parados quase nem um minuto são bem ativos, gostam de brincar em correntezas fortes, e costumam ocupar a parte superior da água logo abaixo da superfície, uma região não muito frequentada pela maioria dos outros peixes.

Alimentação:
Alimentos secos (flocos, granulados e liofilizados), congelados ou alimentos vivos.

Reprodução:
São peixes ovíparos, isto é, soltam os ovos na agua. Para tornar possível a sua reprodução são aconselháveis plantas com folhas densas onde eles possam depositar os ovos. Na sua fase larvar, eles ainda estão muito vulneráveis, já que eles se fixam nas pedras, filtro e vidro e podem ser facilmente pegos por peixes adultos. Eles só começam a nadar quando a gema do saco vitelino é totalmente consumida, 1 a 2 semanas após a desova.

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Tipos de Algas e como combatê-las

by Seiti on jan.06, 2010, under Algas

As algas são um dos problemas mais comuns entre aquaristas. Isto ocorre devido a  excessos de luz, nutrientes e sujeiras . Mesmo em um aquário perfeitamente equilibrado é muito difícil ficar livre das algas.

Tipos de algas e como combatê-las

Primeiramente deve verificar se não existe super população ou se não esta sobrando comida no aquário e se a filtragem está adequada ao aquário.

A solução mais comum é tentar equilibrar a quantidade de nutrientes na água com a redução de fertilização, alimentação correta dos peixes, adequação da quantidade de peixes, correção da iluminação.

Algas Cabelo (por todo o aquário)

Tipo muito comum em plantas e pedras. Podem ser de muitas cores diferentes, mas é geralmente verde ou acinzentada. Elas são muito finas, por vezes crescendo verticalmente até 8,6 centímetros de comprimento. Normalmente devido a sobredosagem de fertilizantes líquidos, especialmente aqueles alto teor de ferro e de fosfatos.

Tratamento

Basta reduzir a quantidade e a freqüência ou erradicar completamente qualquer adição de fertilizantes para ele parar de crescer ou adicionar mais potássio assim as plantas vão utilizar os fosfatos de forma mais rápida. Você pode desligar o filtro por instantes e arrancar manualmente o que for possível desta alga.

Algas verdes (no vidro do aquário)

Provavelmente o tipo mais comum de alga. Aparece como manchas verdes em toda parte: vidro, pedras, peixes, substrato, filtros, em todos os lugares. Eu descobri que ela ocorre quando há luz direta sobre ela. Também ocorre dela impedir o crescimento das plantas.

Ttratamento

Praticamente impossível livrar-se dela, sobretudo se for sobre as plantas. Se é sobre o vidro você pode ir limpando. Para as plantas que ela infestar, certifique-se dominuir a incidência de luz solar direta.

Algas Marrons

Principalmente encontradas em plantas e substrato. É como se fosse um casaco castanho de lodo sobre as plantas. É muito fácil retirar o excesso esfregando (mesmo nas folhas). Geralmente causada por excesso de fosfatos na água.

Tratamento

Uma das maneiras mais fáceis de se livrar é comprando um lote de plantas de crescimento rápido, para que possam competir pelos nutrientes com as algas. Entretanto, você poderia simplesmente querer comprar alguns peixes (Comedor de Algas Siamês) que se alimentam de algas. Eles vão fazer uma festa com isso. O melhor é comprá-los em grupos de 3 ou maior (depende do tamanho do aquário).

Algas Verde-Azuis (cianobactérias)

Algas verdes-azuis (cianobactérias) aparece como um revestimento viscoso, em uma série de diferentes cores.Ela pode abafar plantas e podem liberar toxinas prejudiciais aos peixes. Ela pode fixar nitrogênio, portanto, ocorrem em tanques com zero ou muito baixa nitratos (mas possivelmente elevados níveis de outros nutrientes, especialmente fósforo).

Tratamento

O tratamento deverá ser a base de antibióticos (muito cuidado no manuseio). Deverá ser aplicado Eritromicina (200mg para cada 100L) a cada 2 dias durante uma semana sobre a camada gelatinosa e no quarto dia devemos efetuar uma larga troca parcial com minuciosa sifonagem nas áreas afetadas, bem como a limpeza total dos filtros. Após o término do tratamento, efetue outra larga troca parcial (50% em média) para manter os parâmetros da água do tanque em dia e monitore os níveis de amônia/nitrito pela semana seguinte.
Em geral o uso do Eritromicina não afeta em um todo a biologia do tanque, o maior problema no manuseio se dá ao uso incorreto, já que as cianos futuramente poderão criar resistências a futuras aplicações, tornando ineficaz este tratamento e tendo que partir para o uso de outros antibióticos que certamente afetarão a biologia de seu tanque.

Algas Petecas (esse tufo na planta)

Muito difícil de se combater por ser muito resistente. Ela se fixa fortemente nas plantas (se tentar tirar a planta vai junto, rsrs), no cascalho e no restante do aquário. Adora águas bem oxigenadas, movimentadas e frias.

Tratamento

Utilizar uma seringa completa(de 10cc)  de água oxigenada e aplicar diretamente sobre os focos visíveis de algas.
Fazer  a aplicação com os filtros desligados e  deixar desligados por 30 minutos e, após este prazo, trocar 30% da água do aquário.
No segundo dia, fazer uma troca de 50% da água do aquário e aplicar  Sera Nitrivec para reativar a biologia do aquário.

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Filtro Canister DIY 01

by Seiti on jan.02, 2010, under Faça vocÊ mesmo (DIY)

Este filtro foi feito com uma Bomba Champion de 1000 l/h, ficou com um vazão em torno de 720 l/h.

Material utilizado:

1 Corpo Ralo Sifonado Cilíndrico Tigre 100 mm
1 Corpo Caixa Sifonada Fortilit 100mm x 100mm x 50mm
1 Bucha de redução esgoto Fortilit 50mm x 40mm
2 Bucha de Redução Marron Fortilit 40mm x 25mm
1 Luva L/R Fortilit Marron 25mm
1 Prensa Cabo de PVC 25 mm
1 Prensa Cabo de PVC 20 mm
2 Luva Simples Fortilit de 100 mm
2 Curva 90º Fortilit Marron 25mm
1 Joelho de 90º L/R Fortilit Marron
1 Tubo de Eletroduto preto de 25mm
Pedaço de magueira de 20mm
2 Borracha de vedação esgoto de 50mm
2 Borracha de vedação esgoto de 100mm
1 Pedaço de Eletroduto de 40mm
1 Pedaço de tubo de pvc marron de 25mm
1 Pedaço de tubo de pvc esgoto de 100mm
2 T. de Inspeção Fortilit de 100mm
1 Luva de eletroduto de pvc de 25mm
1 Curva de eletroduto de pvc de 90º de 25mm

Este cano preto é o eletroduto de 40mm, serve para sustentar parte do filtro, ou seja um lado fica pedurado no aquário e o outro sustentado pelo eletroduto.

Detalhe da saída dágua, a mangueira entra pelo prensa-cabo e encaixa na bomba.

Detalhe do posicionamento do eletroduto de 25mm:

E aqui ele um pouco levantado para mostrar a agua saindo pelo diversos furos que fiz para diminuir a turbulência.

Obs: Como a mangueira ficou grande inverti a posição do eletroduto de saída da água e cortei parte dela.

Fonte: AquaHobby

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Tipos de Filtros

by Seiti on dez.29, 2009, under Tutoriais

Filtro Externo

seaworks

O filtro externo é um filtro que fica na parte de tráz do aquário e é razoávelmente discreto, sua eficiência eu diria que de nota 1 à 5 eu daria 3 é bom mas não muito eficiente o bom dele é que não é muito caro mas requer uma manutenção a cada 1 semana. Para quem não tem muito dinheiro é um ótimo filtro.

Segue tipos filtros externos:

AquaClear – Filtros Externos (Hagen)
Dynaflo – Filtros Externos (Hagen)
Penguin – Filtros Externos (Marineland)
Emperor – Filtros Externos (Marineland)
Whisper – Filtros Externos (Tetra)*
Millennium – Filtros Externos (Aquarium Systems)*
Liberty – Filtros Externos (Eheim)*
Cascade – Filtros Externos (Penn Plax)
Aquamaster – Filtros Externos (Eugene Danner)
Bravo (Proquatics) – Filtros Externos (Hydor)
Atman – Filtros Externos (Atman)*
Litwin – Filtros Externos (Litwin)*

*Recomendáveis

Filtro Canister

Esse considero o melhor filtro para o aquário, se percebe o resultado no visual do aquário, ele possui um tubulação onde passa como se fosse um filtro de beber água retornando uma água cristalina, o único problema é seu preço que pode variar de R$250 podendo chegar até mais de R$800. Mas caso não tenha dinheiro o suficiente recomendo o “Faça você Mesmo” ficará barato e terá um ótimo filtro.

Segue filtros disponíveis:

Fluval Série 5 – Filtros Canister (Hagen)
Fluval Série 4 – Filtros Canister (Hagen)
Fluval Série 3 – Filtros Canister (Hagen)
Rena FilStar – Filtros Canister (Aquarium Pharmaceuticals)
Eheim Classic – Filtros Canister (Eheim)
Eheim Professional – Filtros Canister (Eheim)
Eheim Ecco – Filtros Canister (Eheim)
Magnum – Filtros Canister (Marineland)
Via Aqua – Filtros Canister Modulares (Via Aqua)
Hydor Prime (Proquatics) – Filtros Canister (Hydor)
Cascade – Filtros Canister (Penn Plax)
Ocean Clear – Filtros Canister (Red Sea)
Atman/Ultrajet – Filtros Canister (Atman)
Marineland Série-C Filtros Canister (Marineland)
Jebo Odyssea/Lifetech/Newport Filtros Canister (Jebo)
Boyu Filtros Canister (Boyu)
Resun Filtros Canister (Resun)
Azoo Filtros Canister (Azoo)

Filtro Interno

Um filtro razoável ele trabalha como o filtro externo mas dentro do aquário, o ruim dele é que ele ocupa espaço dentro do aquário já o bom é o preço. Entre interno e o externo sempre prefiro o externo além de ser externo é um pouco mais eficiente.

Segue marcas abaixo:

Fluval Plus – Filtros Internos (Hagen)
Aquaball – Filtros Internos (Eheim)
Duetto – Filtros Internos (Aquarium Systems)
Trio – Filtros Internos (Hagen)
Whisper In-Tank Filtros Internos (Tetra)

Filtro UV

Filtros UV muito usado para diminuir bactérias e algas em lagos e pequenos tanques, ótimo para manter um aquário mais estável mas não é necessário pode ser também feito em DIY sem muitas dificuldades.

Filtro Biológico

Utilizado mais em aquários de Acará Discus que são mais sensíveis para manter melhor a estabilidade e a biologia do aquário, pouco utilizável por aquaristas.

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