Paulistinha Rosa são paulistinhas geneticamente modificados contêm genes de um coral, que produz uma proteína fluorescente vermelha para dar o peixe um tom de rosa brilhante e faz com que fique fluoresce sob luz noturna. Esses são comerciados nos Estados Unidos (Califórnia impôs uma proibição) e (aparentemente) em Taiwan, Cuba, Malásia, Hong Kong e agora Brasil.

Veja outras variedades de pigmentações abaixo:

É interesante saber que existem essas varidades de pigmentções por modificações genéticas, só não sei o que podem causar no paulistinha acredito que fiquem um pouco mais frágeis.

Fonte: http://www.nature.com/hdy/journal/v97/n3/full/6800867a.html

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Nome Popular: Paulistinha
Nome Científico: Danio Rerio
Tamanho adulto: 5 cm
Temperatura da água:
22 – 26º C
PH
: 6.0 a 7.0

Características:
São ótimos peixes para iniciantes, vivem em aquários comunitário, são pequenos, pacíficos e muito resistentes. Eles não ficam parados quase nem um minuto são bem ativos, gostam de brincar em correntezas fortes, e costumam ocupar a parte superior da água logo abaixo da superfície, uma região não muito frequentada pela maioria dos outros peixes.

Alimentação:
Alimentos secos (flocos, granulados e liofilizados), congelados ou alimentos vivos.

Reprodução:
São peixes ovíparos, isto é, soltam os ovos na agua. Para tornar possível a sua reprodução são aconselháveis plantas com folhas densas onde eles possam depositar os ovos. Na sua fase larvar, eles ainda estão muito vulneráveis, já que eles se fixam nas pedras, filtro e vidro e podem ser facilmente pegos por peixes adultos. Eles só começam a nadar quando a gema do saco vitelino é totalmente consumida, 1 a 2 semanas após a desova.

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