Tempo de Vida dos Peixes

On 10/01/2011, in Tutoriais/Dicas, by Seiti
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Curiosidade que eu e muitas pessoa tem é, “quanto tempo viverá meu peixe?” para isso fui a busca de algo sobre e encontrei essa lista com a família e sua expectativa de vida. Mas lembrando que isso é só uma média e depende muito da qualidade do aquário, alimentação, criação e além do próprio peixe para seu tempo de vida.

Segue lista abaixo:

Ciprinideos (pequenos) 5-7 anos

barbo titéia / cereja
barbo rosa / conchônio
barbo sumatra / tigre
dânio gigante (malabaricus)
dânio leopardo
paulistinha / zebrinha (Brachidanio rerio)
taníctis

Peixes de fundo (catfish / pequenos) 5-8 anos

Banjo
Corydoras
peixe vidro (Kryptopterus)
Otocinclus (limpa vidro)

Peixes de fundo “couraçados” (grandes) 7-15 anos

cascudos (“plecos”)
Banjo
Raphael

Anabantoides pequenos 4 anos

Colisas
Betta

Anabantoides maiores 8 anos

Tricogasters
Beijador

Peciliideos 3-5 anos

Guppies
Platis
Mollies
Espadas
Lebiste

Ciprinodontideos 1-3 anos

Killifishes

Caracoides (Tetras pequenos) 3-5 anos

TetraNeon
TetraCardinal
TetraGlowline
Mato grosso
tetra cego mexicano
Rodóstomo
Borboleta

Caracoides (grandes) 5-10 anos

pacu
piranhas
cruzeiro do sul
anostomus
leporinus
etc

Botias 8-12 anos

Ciprinideos: “tubarões” e Labeos 4-10 anos

Bala Shark
Labeo negro
Labeo bicolor
Lebeo frenatus
etc

Ciclideos (Sulamericanos / grandes) 10-18 anos
nigrofasciatus
discos
boca de fogo
Jack Dempsey
oscar
severo
bandeira / escalar

Ciclideos (Sualmericanos, pequenos) 3-5 anos

ramirezi
apistograma
xadrezinho

Ciclideos (Africanos) 8-15 anos

Kenyii
Ps. Zebra
Frontosa

Ciprinideos grandes:

kinguios 10-50 anos
koi (carpas) 30-90 anos

Fonte: AquaHobby

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Peixe Racista

On 15/12/2010, in Tutoriais/Dicas, by Seiti
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É se você pensa que só entre humanos tem racismo, veja abaixo :

Peixe Racista

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Nome Popular: Oscar
Nome Científico: Astronotus ocellatus
Tamanho adulto: 35 cm
Temperatura da água:
21º – 27º C
PH
: 6.8 a 7.2

Características:
Um peixe bem resistente e dócil, se acostumar vem até comer na mão vale a pena ter um. Mas num aquário pelo menos de 200litros pra cima, pois ele tende a crescer bastante.

Alimentação:
Onívoro ele come de tudo,  recomenda utilizar rações para peixes carnívoros como da Tetra e de vez em quando artêmias e outros alimentos vivos.

Reprodução
É necessário um aquário suficiente para comportar um casal (200 litros) com uma temperatura constante entre 26, a 28 graus e uma pedra grande e plana para a fêmea depositar os ovos. Uma maneira eficiente para selecionar um casal é de adquirir vários exemplares filhotes (cerca de 6) e conformem os peixes crescem os casais irão se formar. Não existe diferença em seu corpo que se confirme a diferença de sexo. Caso tente colocar dois adultos há riscos dos dois peixes não se aceitarem mesmo de sexos opostos O acasalamento é meio rude, ambos os peixes abrem a boca “enfrentando-se” , estremecem as nadadeiras. Se estes gestos ocorrerem apenas em um peixe sobre o outro, então separe-os rapidamente para que o agredido não saia machucado.
O Oscar, a exemplo da maioria dos ciclideos, usa a boca para limpar o lugar onde irá desovar . O macho fertiliza os ovos assim que são fixados na pedra ( media de 300 ovos) . Com temperatura ideal e constante o ovos irão eclodir 36 horas após a desova. A natação livre dos alevinos ocorre após a total perda do saco vitelino, cerca de 4 dias depois. A alimentação de nauplius de artemias deve ser administrada no dia da livre natação , caso contrário os alevinos não irão sobreviver. (Aquallun)

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Ciclo do Nitrogênio Parte 1

On 06/08/2010, in Tutoriais/Dicas, by Seiti
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Introdução

As 4 primeiras semanas são as principais para o sucesso de um aquário, antes de acrescentar o peixe é muito importante que a biologia da aguá esteja ativa, para garantir uma vida saudável para si, e seus habitantes. Dentro de um aquário todos os resíduos produzidos pelos peixes, os restos de plantas e restos de comida, acumulam dentro dela. Isso pode causar problemas sobre a toxicidade da água, que apesar de estar clara,  estaria realizando uma série de problemas letais para os peixes.
Essas toxinas são produzidas pela decomposição da matéria orgânica por microorganismos,  que são baseados em nitrogênio.

Em um aquário já estabelecido,  em primeiro lugar o aquário possui apenas nitritos poucos tóxicos, que depois é convertido em nitratos, e muito menos perigoso, em que é chamado de ciclo do nitrogênio. Todo o processo é mediado por um grupo de bactérias aeróbias estritas, assim, transformando resíduos orgânicos em substâncias menos nocivas.
Quando instalado um novo aquário, nitrificantes só existem em pequenas quantidades e  geralmente vêm da água e cascalho. Por conseguinte, é essencial as primeiras semanas para conseguir uma multiplicação de suas colônias, de modo a obter uma população grande o suficiente para processar os resíduos dos habitantes futuro.

O processo de colonização das bactérias ocorre sem nenhuma intervenção que não seja uma fonte de matéria orgânica. Uma vez que o aquário está cheio e os filtros começam a funcionar, nós fornecemos um pouco de amoníaco para iniciar o ciclo, uma vez que o montante que pode existir na água é escassa. Uma boa maneira é colocando plantas, com o seu próprio metabolismo proporciona o azoto inicial e são bons consumidores de amônia, impedindo o seu nível é demasiado elevado. Você também pode adicionar uma pequena quantidade e que sem dúvida acelera o ciclo é o plantio de bactérias através da introdução de água ou um pouco de cascalho de um aquário já utilizado, certificando-se  naturalmente  a sua boa condição. Outro procedimento comum é a utilização de peixes resistentes como danios zebra, platys ou paulistinhas, o que não seria a melhor solução porque seria submeter a tensão.

Precisamos de um período de 4-7 semanas ou mais para garantir que o novo aquário tem a plena carga biológica, por isso será um ambiente mais habitável para os nossos peixes.

Fases do ciclo do azoto

Primeira fase: formação de amônia

Em nosso aquário, de resíduos, como restos de comida, restos de peixes e outras substâncias orgânicas, tais como algas e resíduos químicos de uréia são uma fonte de nitrogênio. Uma vez que o nitrogênio é encontrado principalmente em proteínas, contendo microorganismos e enzimas são proteases peptidases, que atuam através de um processo chamado de hidrólise, quebrando as ligações peptídicas, resultando em, seus componentes ou aminoácidos. A desaminação deste último pela separação do grupo amino faz a amonificação, ou seja, a libertação de amoníaco.

A amônia é a primeira substância formada durante o ciclo do nitrogênio, e é o mais tóxico deles. Em geral, o nível começa a subir a partir do terceiro dia do ciclo é iniciado.

A amônia total presente no nosso aquário de duas formas: como a amônia (NH3) e que íon amônio (NH4). A proporção dependerá essencialmente do pH e  em menor grau  da temperatura. A solubilização da amônia cria uma reserva importante:

aq (NH3) H2O (l) NH4 (aq) OH-(AC)

Em pH alcalino, a maior concentração de hidroxilas faz a reação à mudança no equilíbrio  para a produção de amônia (muito tóxico).
Em pH ácido, protonação da hidroxila produz um deslocamento da reação de equilíbrio para a formação de amônio (menos tóxico).

O nível de amônia deve ser sempre 0 mg / l  , ou seja, indetectável pelos kits de testes convencionais. Se o nível chega a 0,25 mg / l, a maior parte dos peixes morrem antes de três dias. Com 1,5 mg / l, um dia seria suficiente para matá-los, e com um nível de 5mg / l, a morte viria dentro de horas.
Em um aquário de maturidade, o nível de amônia é mantida em zero pela atividade bacteriana, mas há situações que podem levar a aumentos temporários:

- Adição de um grande número de peixes ao mesmo tempo
- Nenhum filtro ou a manutenção
- Uso de medicamentos
- Excesso de limpeza do filtro de material

Amônia pode causar danos nas brânquias, que se tornam vermelhos. Também ataca os rins, reduz o apetite e torna os peixes mais suscetíveis à doença. Causam sangramento e danos além de produzir stress.

Segunda etapa: oxidação a nitrito

Em um aquário maduro, a amônia é oxidada por bactérias para formar nitritos:

2 ® 2 H2O NH 3 3 O2 2 HNO2

A bactéria responsável por este processo são do gênero Nitrosomonas, embora alguns estudos recentes afirmam que essas bactérias não são muito ativos em aquários de água doce, as bactérias do grupo Nitrosococcus é o verdadeiro amoníaco-oxidante dos nossos aquários.

O ácido nitroso (HNO2) dissolvido em água é parcialmente dissolvido, dando assim o nitrito (NO2-). Não tem a toxicidade da amônia, mas é prejudicial para a saúde dos peixes. Reage com a hemoglobina para formar metahemoglobina (hemoglobina oxidada) e impede a oxigenação adequada.  Isso pode causar a hipóxia,  os movimentos das brânquias ficam rápidos , diminuição da atividade, a fome (os peixes param de comer) e  finalmente vem a morte.

O nível ideal de nitrito é de 0 mg / l ou ppm. A exposição prolongada de peixes em concentrações de 0,1 mg / l pode ser prejudicial, enfraquecendo os peixes e tornando-o mais suscetível à doença.

Geralmente, o nível de nitrito começa a subir antes do final da primeira semana de começar o ciclo.

Parte 2

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Nome Popular: Rosáceo
Nome Científico: Hyphessobrycon erythrostigma
Tamanho adulto: 5 cm
Temperatura da água:
23º – 28º C
PH
: 6.8 a 7.3

Características:
São peixes muito bonitos e convivem em grupo, lembra muito pequenas piranhas no modo de se alimentar dá um bote bem rápido e volta. Apesar dessa comparação são peixes bem pacíficos, só não é recomendável colocar eles com peixes lentos como Discos, kinguios, pois eles costumam cutucar a nadedeira deles.

Alimentação:
São onívoros e  comem de tudo um pouco, rações em flocos, em granulos, alimento vivo como artêmia salina, tubifex.

Reprodução:
Sua reprodução em cativeiros é muito complicada, deve-se se fazer o máximo possível para manter seu habitat natural e utlizar muitas plantas como musgos. A s fêmeas desovam muito raramente, havendo quem diga que somente uma vez na vida. Após 2 ou 3 dias da desova, ocorre a eclosão. Se os ovos não forem devorados pelos pais após a desova, os filhotes se desenvolverão rapidamente.

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